Fundação Aristides de Sousa Mendes
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Casa do Passal

A Fundação Aristides de Sousa Mendes foi criada pela Família Sousa Mendes por escritura notarial, em Fevereiro de 2000, e reconhecida pelo governo português, em 7 de Abril do mesmo ano, a fim de dignificar e divulgar a incomparável figura de Aristides de Sousa Mendes, diplomata português que salvou 30 000 vidas. Sacrificando interesses pessoais, numa actuação humanitária corajosa, firme e continuada, sofreu abnegadamente a perseguição sistemática dos poderes instituídos, até ao fim da sua vida, sem renegar o seu gesto solidário.


Com o apoio financeiro do Ministério de Negócios Estrangeiros, a Fundação adquiriu a ‘Casa do Passal’ em 2001, a antiga casa de família de Aristides de Sousa Mendes em Cabanas de Viriato, Carregal do Sal, com o intuito de perpetuar uma homenagem viva e permanente a Aristides de Sousa Mendes e ao seu Acto de Consciência.


A Fundação tem por missão a internacionalização e divulgação da figura de Aristides de Sousa Mendes, nas suas dimensões de Homem, Estadista e Intérprete fiel dos nobres valores que possuía e que determinaram o seu tão corajoso Acto de Consciência. Nesse sentido, serão realizadas, promovidas e patrocinadas acções de carácter sociocultural e educativo, adequadas à divulgação e defesa dos Direitos Humanos, em Portugal e no Estrangeiro, tomando por referência o gesto humanitário de Aristides de Sousa Mendes e os seus ensinamentos para a sociedade contemporânea.



A Fundação Aristides de Sousa Mendes tem como objectivos:Casa do Passal em obras


•        Promover e animar acções que contribuam para um melhor conhecimento, especialmente junto dos mais jovens, da importância do Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes, que revelou o mais profundo respeito pela vida 
•        Revivificar a experiencia de Aristides de Sousa Mendes e do seu acto de Consciência pela musealização e transformação e da sua casa de família- a Casa do Passal em Cabanas de Viriato, num lugar de memórias do futuro
•        Colaborar e cooperar com outras entidades e com todas as iniciativas que concorram para dar a conhecer Aristides de Sousa Mendes e os valores de consciência, tolerância e respeito pelos direitos humanos que ele defendeu.

Para cumprir estes objectivos, a Fundação pretende desenvolver diversas acções nomeadamente:

•        Elaborar, consensualizar e executar o Projecto de recuperação da Casa do Passal e de transformação em museu, em centro de memória, em colaboração com parceiros e mecenas que apoiam a missão da Fundação e partilham os seus objectivos;
•        Desenvolver e promover acções  destinadas a divulgar e celebrar Aristides e Sousa Mendes e o seu Acto de Consciência, nomeadamente o programa de eventos escolares e conteúdos curriculares,  o programa de investigação e estudo histórico e científico, e apoios à publicação de livros e artigos e à produção de filmes, documentários e vídeos;
•        Criar e dinamizar um centro de documentação e de estudos da consciência, da tolerância, do altruísmo e dos Direitos Humanos no contexto da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto;
•        Promover eventos, encontros e redes de apoio á missão e objectivos da fundação e aos valores que Aristides de Sousa Mendes defendeu, nomeadamente entre os descendentes dos refugiados;
•        Apoiar iniciativas em defesa da tolerância e dos Direitos Humanos consistentes com o Acto de Consciência e a incomparável figura de Aristides de Sousa Mendes;

•        Promover eventos, encontros e redes de apoio á missão e objectivos da fundação e aos valores que Aristides de Sousa Mendes defendeu, nomeadamente entre os descendentes dos refugiados;
•        Cultivar parcerias e aderir a redes de entidades relevantes, incluindo a Coligação Internacional de Sítios da Consciência, associações, organizações ligadas ao estudo do Holocausto, à conservação de Património.


Relatórios e Contas da Fundação Aristides de Sousa Mendes

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Plano de Actividades da Fundação Aristides de Sousa Mendes

Para o Ano de 2013
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A Fundação Aristides de Sousa Mendes, recentemente regularizada e com novos membros nos seus órgãos constituintes e uma nova proposta de Estatutos, estando consciente das dificuldades que acompanham este novo percurso e dos seus problemas a nível orçamental, considera, no entanto, imprescindível a realização de um certo número de iniciativas que facultem um novo olhar sobre a FASM. No cumprimento dos objectivos que desde o início a norteiam, especificamente a divulgação do acto humanista de Aristides de Sousa Mendes e a promoção dos Direitos Humanos, bem como a (urgente) salvaguarda da Casa do Passal (Quinta de São Cristóvão), em Cabanas de Viriato, o Conselho de Administração da Fundação procurará desenvolver actividades que relevem os objectivos, acima referidos, com a colaboração de instituições de índole cultural e outras, na certeza de que o trabalho final beneficiará não só os que nele participarem, mas todos aqueles a quem é dirigido.

Realçando a continuidade de actividades dirigidas a crianças e jovens em idade escolar, e procurando neste caso o apoio do Ministério da Educação, o Conselho de Administração da FASM ao apresentar o Plano de Actividades para o Ano de 2013 tem em vista concretizar, para além dessas iniciativas, outras que fomentem também desenvolver a curiosidade e o interesse pela defesa e promoção dos Direitos Humanos, aprofundar a temática sobre a Segunda Guerra Mundial, o Holocausto e o problema dos Refugiados, ontem e hoje, o que também implicará uma abordagem sobre o Direito e a Justiça, em simultaneidade com o carácter artístico de obras várias que relevem essa temática. Para além destes aspectos, outros serão abrangidos neste Plano, tendo em conta problemas relativos à Fundação que urge resolver. Dividiremos, pois, o Plano de Actividades em vários pontos, procurando através de cada um deles evidenciar o trabalho a desenvolver ao longo  do ano de 2013.

I. Organização

1.  Continuação do desenvolvimento de diligências e de procedimentos com a Direcção do Património Nacional, com a Secretaria de Estado da Cultura, com a Direcção Regional da Cultura Centro e com a Câmara Municipal de Carregal do Sal, tendo em vista o início urgente das obras na Casa do Passal e a sua recuperação, bem como a possibilidade de aceder a verbas provindas do QREN, e outras.

2. Promoção de reuniões com a Câmara Municipal de Lisboa no sentido de encontrar uma nova sede, em Lisboa, para a FASM, agora sita na Rua Augusto Rosa, cujo prédio se encontra em estado grave de degradação.

3. Início de contactos com empresas que possam contribuir para a sustentabilidade  da Fundação Aristides de Sousa Mendes.

4. Reposição da operacionalidade do site da Fundação.

5. Definição do projecto museológico para a Casa do Passal, no contexto da acção exemplar de Aristides de Sousa Mendes e da promoção dos Direitos Humanos

II. Financiamento

6. Contratualização de protocolos com entidades várias, no intuito de obter recursos e apoios que garantam a sustentabilidade e o funcionamento da Fundação, bem como o cumprimento dos respectivos objectivos.

III. Actividades

7. Evocação do «Dia do Holocausto», a 28 de Janeiro, no Centro de Estudos Judiciários, pelas 18.00 horas, com intervenções da Historiadora Drª Irene Pimentel, do Presidente da Comunidade Israelita de Lisboa, Dr. José Oulman Bensaúde Carp, do Presidente do CA da FASM, Dr. José Leitão, e do Director do CEJ, Dr. António Pedro Barbas Homem. Contar-se-á com a presença do Senhor Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, Dr. João Grancho.

 8. Realização de um debate, a 11 de Abril, incidindo sobre os Direitos Humanos e temas afins, em colaboração com o Centro Nacional de Cultura. Serão intervenientes: Drª Irene Pimentel, Drª Maria do Carmo Vieira, Dr. José Leitão e  Dr. Guilherme de Oliveira Martins.

9. Realização, em data brevemente a agendar, de uma iniciativa em colaboração com a Cinemateca, com a projecção de um filme sobre a temática dos Direitos Humanos, na sua relação com a Segunda Guerra Mundial, os Refugiados e o Holocausto, precedida de uma intervenção feita pela Drª Irene Pimentel.

10. Continuação do trabalho desenvolvido pela FASM nas Escolas, nacionais e estrangeiras, em estreita articulação com os seus Projectos Educativos, conteúdos programáticos e com os objectivos humanistas que norteiam a FASM. Releve-se o facto de estarem garantidos os apoios do Centro Cultural de Belém e do Ministério da Educação.

11. Concerto com Nuno Vieira de Almeida, de piano e canto,  num trabalho pro bono, a realizar no Centro Cultural de Belém, a 14 Maio, cujo programa a seu tempo dar-se-á a conhecer.

12. Organização do 1º concerto Aristides de Sousa Mendes, no mês de Junho, em Cabanas de Viriato, juntamente com a concretização do projecto apresentado pelo arquitecto norte-americano Eric Moed, junto à Casa do Passal, em Cabanas de Viriato, em estreita colaboração com a Câmara de Carregal do Sal. Realce-se o facto de Eric Moed ser descendente de refugiados salvos por Aristides de Sousa Mendes e ter ganho um prémio, atribuído pela Benetton, com este seu projecto.

12. Realização, sob proposta do Dr. José Cymbron, membro do Conselho Geral,  de «Itinerários Nacionais  Sobre Direitos Humanos e Literatura», a ter lugar ao longo do ano de 2013, para os quais procurar-se-á o apoio de Câmaras várias. O 1º Itinerário terá lugar no dia 3 de Abril, numa evocação do falecimento de Aristides de Sousa Mendes, tendo recebido já o apoio do Museu da Música.

13. Sensibilização dos media para elaboração de artigos e programas relativos a aos Direitos Humanos,  ao Holocausto, e a outros temas afins, realçando não só o acto de Aristides de Sousa Mendes, mas também o de outros embaixadores, em defesa dos refugiados judeus e não só, como forma de contribuir para esclarecer seriamente o público e evitar o esquecimento pela via da reflexão.

15. Colaboração com entidades (autarquias, empresas, universidades, escolas, sindicatos e outros) que solicitem a intervenção da Fundação em iniciativas que invoquem Aristides de Sousa Mendes e o tema histórico a que se encontra associado.

16. Outras que possam, entretanto, surgir.

IV. Relações Institucionais

17. Participação e/ou colaboração com instituições afins, nacionais e internacionais.

18. Estabelecimento de protocolos de parcerias com instituições afins e centros universitários, com especial destaque para a Sousa Mendes Foundation e o Comité Sousa Mendes, em Bordéus.

                                                             


Código de Conduta

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INTRODUÇÃO

As fundações são instituições privadas sem fins lucrativos que visam contribuir para o bem comum, para o desenvolvimento sustentável e para a promoção de respostas aos desafios concretos das sociedades atuais, designadamente no âmbito social, educativo, científico, cultural ou ambiental.


A FASM Aristides de Sousa Mendes (doravante abreviadamente designada por “FASM”) tem por fim a prossecução de ações de carácter cultural, educativo, artístico, social e filantrópico, a desenvolver designadamente em Portugal.


O presente Código de Conduta pretende constituir uma referência para todos os Colaboradores e membros dos órgãos sociais da FASM no que respeita aos padrões de conduta, contribuindo para que a mesma seja reconhecida como um exemplo de integridade, responsabilidade e rigor.


A FASM compromete-se a defender os valores de integridade, da transparência, da autorregulação e da prestação de contas, entre outros, o que compreende obrigações e responsabilidades relativamente a todos os interessados e Colaboradores nas suas atividades.

I - ÂMBITO DE APLICAÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS

Artigo 1.º
Âmbito Pessoal


1.    O presente Código de Conduta aplica-se a todos os colaboradores da FASM, entendendo-se como tal as pessoas que aí prestem atividade, incluindo os membros dos órgãos sociais, trabalhadores e outros prestadores com ela relacionados, assim como aos terceiros que, de alguma forma, estejam relacionados com a FASM (doravante “Colaboradores”).


2.    A aplicação do presente Código de Conduta e a sua observância não impede nem dispensa a aplicação de outras regras de conduta ou deontológicas, de fonte legal ou de qualquer outra natureza, aplicáveis a determinadas funções ou atividades.

Artigo 2.º
Âmbito Territorial


O presente Código de Conduta é aplicável aos Colaboradores da FASM com local habitual de prestação de trabalho ou de serviços em território português e noutros países onde a FASM possa ter Colaboradores.

 

Artigo 3.º
Princípios Gerais

No exercício das suas atividades, funções e competências, os Colaboradores da FASM devem atuar tendo em vista a prossecução dos interesses da instituição, no respeito pelos princípios da legalidade, autorregulação, não discriminação, diligência, eficiência e responsabilidade.

Artigo 4.º
Legalidade


1.    A FASM deve respeitar e zelar pelo cumprimento rigoroso das normas legais e regulamentares aplicáveis à sua atividade.


2.    No exercício das suas funções, os Colaboradores devem atuar de acordo com a lei geral e demais regulamentação específica aplicável.

Artigo 5.º
Não Discriminação

Os Colaboradores da FASM não devem adotar comportamentos discriminatórios em relação aos demais Colaboradores ou a terceiros, sejam ou não destinatários dos serviços e das atividades da FASM, nomeadamente, com base na raça, sexo, idade, incapacidade física, orientação sexual, opiniões políticas, religião ou crença.

Artigo 6.º
Diligência, Eficiência e Responsabilidade

1. Os Colaboradores da FASM devem cumprir sempre com zelo, eficiência e responsabilidade as atividades que prosseguem na FASM, bem como os deveres que lhes são cometidos tendo em conta não só as regras constantes do presente Código de Conduta como todas as demais orientações que sejam divulgadas pelos órgãos sociais da FASM.

2.    No relacionamento com os destinatários, com terceiros e com o público, os Colaboradores devem evidenciar disponibilidade e eficiência, correção e cortesia.

II - ADMINISTRAÇÃO DA FASM

Artigo 7º
Transparência

1. A FASM atua de forma transparente e adota práticas exigentes de gestão e de prestação de contas, podendo complementar as obrigações legais nesta matéria com medidas adicionais que considere convenientes.

2.    Numa perspetiva de inserção na comunidade e proximidade relativamente a esta, a FASM disponibiliza no seu sítio na internet www.fundacaoaristidesdesousamendes.com as informações de natureza institucional, a que faz referência a alínea d) do número 1 do Artigo 9º da Lei-Quadro das Fundações, bem como as relativas às atividades realizadas.

Artigo 8º
Gestão e Finanças

1. A organização e funcionamento da FASM tem em vista assegurar a eficiência da sua gestão e a utilização dos seus recursos segundo métodos e procedimentos de investimentos prudentes e sustentáveis.


2.    A FASM possui um sistema de contabilidade adequado à sua natureza e dimensão, nomeadamente no regime declarativo decorrente da Informação Empresarial Simplificada e no de normalização contabilística para as entidades do sector não lucrativo.

III - REGRAS DE CONDUTA E VALORES DEONTOLÓGICOS


Artigo 9º
Conflitos de Interesse

1. Os Colaboradores devem evitar qualquer situação suscetível de originar, direta ou indiretamente, conflitos de interesse, abstendo-se de participar nas tomadas de decisão que possam envolvê-los.

2. Existe conflito de interesse atual ou potencial sempre que um Colaborador tenha um interesse pessoal ou privado em determinada matéria que possa influenciar, ou aparentar influenciar, o desempenho imparcial e objetivo das suas funções.

3. Os eventuais conflitos de interesse de qualquer Colaborador deverão ser imediatamente comunicados à Comissão Executiva da FASM.

Artigo 10º
Relações Profissionais e Incompatibilidades

Nenhum Colaborador da FASM poderá exercer qualquer atividade profissional em entidade externa à FASM cujo objeto social ou atividades possam colidir ou prejudicar os interesses e atividades da FASM ou o seu bom nome, ou se esse exercício interferir com o cumprimento dos seus deveres nessa qualidade.

Artigo 11º
Relações entre Colaboradores

1.    Os Colaboradores da FASM observarão, no relacionamento entre si, os melhores princípios de respeito pela integridade e dignidade e pela estrutura hierárquica, devendo a FASM promover a correção e urbanidade nas relações entre os seus Colaboradores.

2.    Os Colaboradores da FASM devem procurar aperfeiçoar e atualizar os seus conhecimentos, tendo em vista a manutenção ou melhoria das suas capacidades profissionais.

Artigo 12º
Proteção dos Bens da FASM

1. Os Colaboradores devem, a todo o momento, zelar pela manutenção e proteção dos bens que integram o património da FASM, não o utilizando de forma abusiva ou imprópria nem permitindo esse tipo de utilização por terceiros.

2. Os Colaboradores devem, de igual forma, no exercício da sua atividade, adotar todas as medidas adequadas tendo em vista limitar os custos e despesas da FASM, com a finalidade de permitir a utilização mais eficiente dos recursos disponíveis.

Artigo 13º
Relações com Terceiros

1.    Os Colaboradores da FASM devem guiar a sua atividade com total respeito pelos fins da FASM, não podendo favorecer interesses de terceiros em prejuízo desta, e recusando qualquer benefício ou privilégio pessoal.


2.     Os Colaboradores da FASM devem atuar de forma a permitir que sejam honrados os compromissos com fornecedores de produtos ou serviços e a exigir da parte destes o integral cumprimento das suas obrigações, bem como a observância das boas práticas e regras subjacentes à atividade em causa.


3.    A escolha dos fornecedores deve ser efetuada com base em critérios imparciais e transparentes evitando, sempre que possível, situações de exclusividade.

Artigo 14º
Relações com outras Instituições

Os contactos com representantes de outras instituições públicas ou privadas devem sempre refletir a política da FASM, devendo os Colaboradores pautar o seu relacionamento por critérios de qualidade, integridade, correção e transparência.

Artigo 15º
Comunicação social e Media

1. A FASM adota uma política de transparência em relação aos meios de comunicação social na defesa e promoção dos seus fins e atividades.

2. Os Colaboradores deverão obter autorização prévia dos seus superiores hierárquicos sempre que pretendam escrever artigos para jornais ou revistas ou concedam entrevistas à rádio ou à televisão relacionadas com as suas funções profissionais na FASM, não podendo divulgar informações internas sobre o funcionamento ou atividade da FASM.

IV. CONFIDENCIALIDADE, PROTECÇÃO DE DADOS E DOCUMENTAÇÃO

Artigo 16º
Informação e Confidencialidade

Os Colaboradores da FASM devem guardar sigilo e reserva em relação ao exterior de toda a informação de que tenham conhecimento no exercício das suas funções que, pela sua natureza, possa afetar a imagem, o interesse ou a atividade da FASM.

Artigo 17º
Proteção de Dados

1.    Os Colaboradores devem respeitar as normas de privacidade, em conformidade com o disposto na Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro e demais legislação aplicável.

2.    Os Colaboradores não podem utilizar quaisquer dados pessoais, a que tenham acesso, para fins ilícitos ou transmitir esses dados a pessoas não autorizadas.

Artigo 18º
Pedidos de Acesso a Documentos

Os Colaboradores deverão tratar os pedidos de acesso a documentos da FASM em conformidade com as orientações definidas pelo Conselho de Administração.

Artigo 19º
Conservação de Registos

A FASM, através dos seus serviços administrativos, manterá registos adequados da correspondência entrada e saída, dos documentos recebidos e das medidas tomadas, de acordo com as orientações que a cada momento venham a ser dadas pelo Conselho de Administração relativamente a esta matéria.

V - DISPOSIÇÃO GERAIS


Artigo 20º
Divulgação, Compromisso e Aplicação


1.    O presente Código de Conduta entra em vigor imediatamente após a sua aprovação pelo Conselho de Curadores e a sua divulgação a todos os Colaboradores.


2.    O presente Código de Conduta será disponibilizado no sítio de internet da FASM.

3.    No processo de admissão dos Colaboradores deverá constar a declaração de conhecimento e aceitação das normas vigentes no presente Código de Conduta.

4.    A violação das disposições constantes do presente Código de Conduta poderá ter como consequência a abertura de um procedimento disciplinar ou outro procedimento que se mostre adequado.

Lisboa, 11 de outubro de 2013


Relatórios e Contas da Fundação Aristides de Sousa Mendes

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Introdução ao Orçamento para o ano de 2013 -FASM

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O documento que ora se apresenta, para análise e votação, resulta de um exercício clássico em matéria orçamental: previsão de receitas e uma tangível aferição da despesa/custos (fixos e variáveis). Assim o superavit orçamental resulta obviamente de uma aferição optimista - que queremos se substantive - do arrecadar de donativos e da prestação de serviços, concretamente royalties, garantindo-se deste modo interessantes níveis de sustentabilidade. É óbvio que neste cenário foi levada em conta a generosidade dos órgãos sociais da FASM, que seguramente começarão a efectuar os seus donativos contribuindo, assim, para o supra-aludido superavit.

Sublinhe-se que os royalties que estão a ser negociados - concretizando-se - resultarão num acréscimo de notoriedade da FASM, banalizando pela positiva a nossa instituição, tornando-a conhecida requerida e presente.

O documento orçamental em apreço pode, também, como se infere, ser revisto, actualizado, alterado em função de contextos organizacionais/sociais e económicos que se venham a colocar, devendo manter imperativos de sustentabilidade. Acresce, a tudo o que foi dito, que no que toca à rubrica prestação de serviços será possível, durante o 1º trimestre de 2013, ter uma noção mais clara do seu grau de concretização. Quanto às verbas do investimento /Casa do Passal, estas resultam de uma certeza falada de financiamento (DRCC/CCDRC) que, nesta 1ª fase, pode não passar pela administração da FASM, contudo, de forma cautelar, procedeu-se à sua inscrição.

As restantes rubricas orçamentais decorrem basicamente das necessidades de funcionamento, não merecendo estas nenhuma menção especial.

Dados referentes ao ano 2014:

Relatório e Contas 2014

Parecer do Conselho Fiscal da FASM

Dados referentes ao ano 2013:
Relatório e Contas 2013

Dados referentes ao ano 2012:
Balancete Geral 2012

Relatório e Contas 2012

Parecer do Conselho Fiscal


Ver Estatutos


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

NOVOS ÓRGÃOS DA FUNDAÇÃO ARISTIDES DE SOUSA MENDES


CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO – 9 Membros

. Presidente: José Maximiano de Albuquerque Almeida Leitão

. Vogais: Álvaro Rodrigo Alpoim de Sousa Mendes

António Pedro de Moncada de Sousa Mendes

Rogério Mota Abrantes

Maria Adelaide Torradinhas Rocha

Luís Humberto da Costa Fidalgo

Paulo Jorge Albernaz Leite Marques

Cláudia Sofia Ninhos da Fonseca


COMISSÃO EXECUTIVA – 3 Membros

Maria Adelaide Torradinhas Rocha

. António Pedro de sousa Mendes

. Luís Humberto da Costa Fidalgo


CONSELHO GERAL – 8 Membros

. Presidente: Gerald de Sousa Mendes 

. Conselheiros: José da Mata de Sousa Mendes

                      Ana Margarida Mascarenhas

                      João de Figueiredo Rodrigues

                      Bernardo de Sousa Mendes

                      Ana Frederica Jordão dos Santos

                      Michael Sebastian Mendes

 

CONSELHO FISCAL – 3 Membros

. Presidente: Rodrigo Pais Rodrigues de Almeida

. André Pinto de Sousa Carrilho Granado

. André Seabra dos Santos Cymbron


»Processo de eleição do Presidente do Conselho Geral

Ata de apuramento final (português)

Ata do Conselho de Administração relativa ao processo de eleição

(ver em portuguêsver em inglês)


Podem votar todos os descendentes directos de Aristides de Sousa Mendes, com idade igual ou superior a 18 anos,  que tenham aceitado participar no  processo, e que se encontrem registados na FASM.

Candidatos: Gerald Tremblay Sousa Mendes (neto de ASM) e Bernardo Lopo de Almeida de Sousa Mendes (bisneto de ASM)

boletim em português ; boletim em inglês

 



Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes, DG Arts, Lisboa
Comité Nacional d’Hommage Aristides de Sousa Mendes, Bordeaux
Aristides de Sousa Mendes Foundation-US
Musem of Jewish Heritage, New York

 
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